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Archive for the ‘Que história é essa?’ Category

Estorietas

Um problema que eu sempre tenho quando vou postar algo aqui é:

Como eu irei começar o texto?

Devo começar com um historia nada a ver sobre algo que aconteceu, apenas na minha cabeça, em um lugar distante? Sei lá. Mas isso não é a parte mais difícil. Difícil é escrever algo interessante e ao mesmo tempo engraçado, que ensine algo e que não faça diferença no seu dia, etc. E um problema puxa a outro e no fim eu já perdi o foco do que ia escrever. #FUDEU

Eu queria escrever bem. Sabe aqueles colunistas que você lê nos jornais? Eles devem dormir escrevendo, devem tomar banho escrevendo, cagando, transando. Esses safados venderam a alma, só pode. Tantos locais e situações diferentes, tantas estorietas, tantos motivos pra escrever e eu? Não consigo, pra escrever um texto desse tenho que acordar inspirado em algo, tem que acontecer algo, preciso de um motivo mas, esse não é o principal problema.

O principal problema em si, é escrever textos bem, com nexo e com um português decente. Já não sei, se fugi do assunto(qual era mesmo? ) ou se meu português está decente(esse tanto de vírgulas me fazem achar que não.).

Imaginem se eu tivesse feito algum curso de comunicação, que eu sempre quis fazer, que desastre seria. Imagina você assistindo o seu jornal favorito e a noticia viesse sem nexo ou pela metade. Nossa, todos iam pensar que o redator é a faxineira(não que a faxineira não seja capaz, mas acho que deva existir algum motivo pra se fazer faculdade pra isso). Que triste seria, morreria de fome. Ninguém me contrataria.

O mais simples é nunca divulgar nada que eu escrevo, assim eu evito que o mundo veja o meu desastre.

1L”

ps. Tá cheio de erros? Legal!

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Sorte!

dezembro 3, 2010 1 comentário

Ao me deparar com este gif, eu pensei, PQP que menino de sorte.

 

E voce, o que me diz?

Será que é sorte?

[.Avi]

7 de Setembro – Dia da Independência do Brasil

setembro 7, 2010 2 comentários

O que você vê na imagem acima?
Eu vejo um tornado, um vaqueiro com torcicolo, cavalos brincando de dominó, um senhor estendendo um cipó de goiabeira e um baba-ovo que estende o chapéu gritando “Aleluia”.

Ora, e por que não seria?
O que você acima, nada mais é que a visão romântica dum fato ocorrido no ano de 1822.
Vamos, então, ao…

Estamos no ano de 1822.
O lugar é o Brasil Colônia da Avon.
Ainda preso à nação do Cristiano Ronaldo, o Brasil enfrentava uma sééérie de revoluções e crises.

primeira condição que culminou na “Independência” do país, foi a Inconfidência Mineira, em 1789.
Naquela época, o nosso amigo dentista Chico Xavier Joaquim José da Silva Xavier juntou com os manos mineiros, na moral, para acabar com a derrama.

OMG, e o que era a derrama ?
Antes de imaginar uma multidão de mulheres menstruadas, clique aqui para ver o que nossa amiga Wikipedia tem a dizer.

Então, só na moral, a Coroa Portuguesa descobriu o movimento do mano que Tirava os Dentes alheios e matou o coitado.
Não satisfeitos, ainda cortaram o pobre moço em várias partes e expuseram a cabeça dele ao público como forma de alertar outros revolucionários a não ir de encontro à Coroa.

Devido ao alto grau de violência contida nas imagens, estas não serão exibidas aqui. Grato pela compreensão.

•••

Anos mais tarde, por volta de 1808, a família Real Portuguesa vem para o Brasil com o rabinho entre as pernas, fugindo do Napoleão que dominava geral na Europa e logo é criado o Banco do Brasil. Aí, começa o primeiro desfalque: Em 1821, o D. João VI  volta pra Portugal levando muuuuuuita bufunfa deste banco, quebrando o coitado no ano de 1829.
13 anos após a chegada da Família Real, todos retornam mas D. João VI deixa o seu filho Pedro de Alcântara como príncipe regente do Brasil.

Assim, o Brasil passava a ser regido por Pedro diretamente da Colônia.
Mas a família de portugueses loucos queria o seu filho (Pedrinho) de volta à Portugal e o retorno da administração ao império português e não mais do Rio de Janeiro.
Com isso, a galera do Brasil se mobilizou e pediu:
Por favor, Pedrinho… Fica! Fica!

Pedrinho, vendo toda aquela comoção nacional, disse:
– Eu vou ficar! êêÊÊEÊê~~e

Esse dia (09 de janeiro de 1822) ficou conhecido como Dia do Fico.

O grande dia

Após um belo dum almoço regado a muita farinha de puba, feijão e carne de porco, Pedrinho resolve dar um passeio com seus coleguinhas.
Em cima da sua mula, subiu uma colina, passou pela primeira esquerda, dobrou a direita, desceu a colina, passou por um morro, desceu mais um pouco e quebrou a esquerda.
Chegou no Ipiranga.

Lá chegando foi tomar um cafezinho e encontrou um boiadeiro com quem foi falar, percebeu que esse zig-zag todo lhe fez mal.
Uma dor de barriga descomunal o acometeu e ele teve que se aliviar.
Em seu trono improvisado às margens do Ipiranga, começou a eliminar os dejetos fecais.
Enquanto isso, os amigos dele estavam se deliciando sob a luz do sol e bebendo a água do Ipiranga.

– Esta água está com um gostinho bom, não achas?
Sim… Está uma delícia!

Risadas e piadinhas ecoavam no meio da galera.

Interrompendo o momento sagrado do Príncipe, algum fulano chegou e disse:

– Pedro, nós temos uma correspondência da sua mãe doida que acabou de chegar.
– Dá aqui esse treco.

Lendo a carta, espantou-se:

“Caro Pedrinho,

Estou com saudades de você. Mamãe tá precisando de um Escabin e aqui em Portugal tá em falta.
Volta logo. Arranca os cabelos duma índia e traz pra mim, faz favor.
Tá escovando os dentinhos com sebo de porco como eu te ensinei?
Volta logo! Não quero saber de você vivendo com esses índios marginais daí do Brasil.

Beijo, mamãe doida.”

Naquele instante, Pedro enfureceu-se.
Pegou o papel, limpou o orifício retal e levantou-se com os dentes cerrados.
Amassou a carta, jogou na água do rio e gritou: Independência ou Morte!

Todo mundo se virou para Pedro (ainda com as calças arriadas) e se espantou. Só tiveram uma reação:
êÊêêEê~^E~eê~eEÊê~e~EÊ~e! 😀
A galera amarrou as mulas e se jogou na água do Ipiranga.
A mesma água onde estava boiando o cocô de Pedro. 😛
Estavam, pois, felizes com o fim do controle português sobre a Colônia.
Estava oficialmente declarada a Independência.

O que eles não sabiam, porém, é que Pedro estava querendo apenas a independência pessoal. Cansado de ouvir asneiras de sua mãe, gritou e soltou uma raiva contida há anos.
Além de piolhenta, controladora, chata, a mãe dele ainda ousara chamar os manos do Pedro de “índios marginais”.
Aquilo havia sido a gota d’água.
Quase literalmente.
Lavou-se, sentou na mula e se mandou de volta pra casa.

Mas, para se tornar “independente”, o Brasil ainda precisava de uma marinha de guerra e um exército bacana.
Para isso, teve que contar com o apoio financeiro ($$$$$) da Grã-Bretanha.

Com esse “apoio financeiro”, Pedro pagou a Portugal 2 milhões de libras esterlinas.
Com isso, surge a primeira dívida externa do Brasil.

Mas o que importa?!
O Brasil acabara de se tornar independente, não é?

Não é?! […]

😀

KM ‘

Andar sobre a água

Boa noite pessoal, como vão vocês?  venho aqui para falar sobre as ilustres pessoas que soubemos que andou sobre água.

Isso é ter FÉ

APENAS TRÊS HOMENS ANDARAM SOBRE A ÁGUA…

Três homens andaram sobre a água em toda a história da Humanidade:

O primeiro foi Cristo.

O segundo foi Pedro.

..

..

O terceiro foi Ivangivaldo.

..

..

Ivangivaldo?

….

Quem é Ivangivaldo???

..

O cara da foto abaixo!

Lembrando que foi apenas uma brincadeira, se feriu alguém peço minhas sinceras desculpas.

Sem mais~

[.Avi]

13 de Maio – Abolição da Escravatura

Numa tarde ensolarada, diante da multidão, lá estava ela, toda gatinha, com uma pena dourada no estilo Lady Gaga, a princesinha do Brasil. Não estamos falando de Copacabana e sim da Isabel. Isabelzinha Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança era o nome da fera. Mas o que estaria Isabelsinha fazendo com uma pena dourada na mão? Estaria ela se preparando para fazê-la levitar com um Vingardium Leviosa? Nãããão, seus leigos…Ela iria assinar um cheque assinar a lei cuja cor é mais dourada que o vencedor do BBB10. Vamos entender, então, o quão importante foi este ato aparentemente simples. Lembram-se de Cabralzinho? O que estava dormindo no convés da nau gritou “Terra à XP!“? Pois é. Ele foi o irresponsável por tudo isso. Se ele não tivesse deixado seus brothers da navegação se engraçarem pro lado das indiazinhas charmosas e cheirosas que aqui havia, nada disso teria acontecido. O que acontece: – Pra se mexer, o Brasil precisava de mão-de-obra. Você acha que os preguiçosos europeus se dariam o trabalho de construir alguma coisa por aqui? Nananinanever! A primeira coisa que eles pensaram foi: Vamos escravizar esses Avatares! Yeees, meus amigos. Os índios foram a mão-de-obra primária deste país. Acontece que a Igreja, ó Igreja, não permitiu que os fulaninhos europeus se apropriassem dos índios e fizessem o que bem entendessem com eles. Então, vem a intervenção divina! A luz! A ideia brilhante… O que iremos fazer se não temos mais índios para trabalhaires, ora pois? Tchan tchan tchan tchan… NEGROS! ÁFRICA! Claro! A Europa em peso ia buscar negrinhos na feira que tava rolando na África. E, cantando a música do Jota Quest, eles cantaram em uníssono: É pra lá que eu vou!

Se você está vendo a África encoxando o Brasil, sua mente é muito maliciosa.

Com muito carinho, convidava-se pessoas cuja pele apresentava um altíssimo teor de melanina e as convidava para um cruzeiro incrível em direção a este paraíso que é o Brasil. Ok, essa é a parte em que você acorda! Acorrentados, espancados, os negros africanos eram trazidos em navios super confortáveis em direção ao Brasil. Muitos morriam ali mesmo, tamanho conforto e bons tratos que recebiam. Até aí, tudo “bem”. Uma péssima viagem dá pra aguentar. Como se não bastasse, toda essa massa de escravos era submetida a trabalhos sub-humanos, sob sol ou chuva, contruindo esta nação corrupta, em desenvolvimento lento. Colheitas de café, minas de ouro, coleta de excrementos dos senhores e os mais inimagináveis trabalhos. A Lei havia sido assinada mas, ainda assim, a situação de escravidão no Império ainda se fazia presente. 2010 chegou e, com ele, ainda há resquícios de uma época, com o perdão do trocadilho, negra. Preconceito e segregação social e uma luta constante para a diminuição de toda essa desigualdade marcada por toda essa história. Mas, como dizem por aí, nada como um dia após o outro. Uma conquista a cada dia. E para terminar… KM ‘

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