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Posts Tagged ‘Amor’

Fim de semana

Ele acorda, abre os olhos e sem coragem para encarar a claridade, se espreguiça para avisar para o resto do corpo que ele oficialmente acordou, ao mesmo tempo, ele respira fundo como se estivesse estocando ar para a fadiga do longo dia que tem pela frente. Faz tudo isso tão sincronizado, como se fosse algo que não precisasse da ajuda do cérebro, e aí então, o cérebro o lembra que ele ainda está lá e com ele vem vários pensamentos e lembranças. De tudo que lembra,  nada é mais importante do que lembrar dela. Sim, dela! Aí o coração trabalha mais feliz, parece até escola de samba no desfile de campeã.

Nesse mundo tecnológico, ele busca a razão que faz com que cérebro e coração sincronizem-se perfeitamente. Uma mensagem de bom dia, um status na rede social ou até mesmo uma foto mostrando que para ela o dia já está a todo vapor. George Orwell em seu livro 1984, descreve um mundo louco, cheio de tecnologia. Imagina se naquela época, 1948, quando o livro foi escrito, existissem realmente as “teletelas”. Hoje ele daria um abraço nela, graças a alguma tecnologia com hologramas ou coisa parecida, mas ainda não chegamos lá.

Como é bom sonhar, do mesmo jeito que ele sonha com ela, como é bom esperar mais do futuro. Como é bom esperar ansiosamente o fim de semana e acompanhando-o está justamente a razão da sua existência por essa selva de pedra monocromática, fria e vazia. Faz parecer que tudo tem sentido, que o transito é apenas um desafio que você precisa resolver para ganhar o tão esperado prêmio. O fim de semana. Ela.

E assim são os meus dias, ou talvez, assim eram, assim era o começo da vida que eu construí na minha imaginação. Mas e depois? O depois não importa, vivia esperando apenas para viver o fim de semana. Para viver com ela.

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Amoela

E do rala e rola, eis que surge a vida. Sim, meus queridos, vocês vieram da alegria dos seus pais e não daquele pássaro branco – queeunãotenhoaminimaideiadoquefazeondevive – chamado cegonha. Não vou entrar em detalhes mas naquele dia ou noite, no quarto ou banheiro,  cozinha ou quintal, tanto faz, quem sabe seu pai danadão colocou sua mãe sobre a pia ou na mesa de jantar, se pegou ela de … ou… se … Então, vamos parar por aqui pois isso não é um conto erótico.

xxx

Seus pais se “divertindo”

Naquele dia você foi concebido. E agora?

Sim, seus pais fizeram a cagadamaravilha de te ter. E agora o que você vai fazer desse precioso presente que eles arquitetaram – na maioria das vezes é acidental –, que é a sua vida?

No começo você irá apenas comer, dormir, chorar e cag… mas depois de alguns – ou muitos – anos de tanto mimimi tantas alegrias, você irá se tornar um jovem cheio de medos e planos. Vai querer entrar na faculdade, ter um bom emprego, uma vida maravilhosa ao lado de alguém. Mas é aí que a merda acontece: pra uns, achar alguém pra amar é tão simples, tão simples que trocam de amor tão fácil como trocam as figurinhas do álbum da Copa das Confederações.

Pra alguns poucos – ou muitos, não sei -, assim como eu, é bem mais complicado. Gostar é fácil, gosto de tanta gente, me relaciono com tantas pessoas e gosto disso, de conhecer  cada vez mais mas, amar que é bom… Sacomé né? Aquela sentimento inexplicável, você não para de pensar na pessoa, milhões de sentimentos e poucas palavras pra descrever essa MERDA!

Mas tudo bem, aí você acha a tão esperada pessoa, e agora? Sim, você achou que seria essa moleza? Que era só achar a pessoa ideal e que tudo ia ficar certo, que vocês iam viver felizes para sempre? Que ia levar ela pra um quarto e levar a extinção a população de gansos, de tantos afogamentos? Não, meu jovem.

Não existe amor perfeito, as pessoas que fazem tudo para que se torne. Sim, não basta só achar, tem cuidar, tem que sofrer – muito -, tem que sorrir, tem que chorar, tem que ter paciência, tem que ter briga pra depois fazer as pazes, tem que sentir, tem que ir… pra fruta que caiu… cansei.

Não pense que estou julgando a forma de amar das pessoas ou tentando colocar regras no amor, não ache que algo escrito aqui irá fazer você entender o que ele é.

Sim, meus caros amigos #UP‘enses, foi apenas um desabafo.

ps. Não me venham com essas filosofias de: “Nunca desista de algo que te faz feliz.” ou “Corra atrás dos seus sonhos.”. O simples fato é: “Quanto um não quer, dois não brigam.”
1L”

O amor é inteligível. Ou não.

agosto 22, 2012 3 comentários

Cá estou eu, sob a luz do monitor, prestes a divagar (mais uma vez!) acerca de um tema tão maçante quanto excitante. É algo como o horário eleitoral gratuito. Não gostaram da comparação, não é? Entendo. Na verdade, nem sei bem ao certo o que quis dizer, mas sei que o que quis dizer não foge à razão. Entendem?
Ok, vamos lá.

Você nasce e então tudo é novo. Claro que é novo! Como poderia ser velho?
Tenho lá minhas teorias a respeito, mas não vem ao caso.
Tomemos por base o seu nascimento e vemos o elo mais forte e intenso do mundo se formando. Ou se formando outra vez, considerem-no como quiser. O elo mãe x filho é algo surreal e que foge a compreensão humana. É apenas algo divino capaz de despertar (ou despertar outra vez!) a essência divina do homem e trazê-la a tona. Sim, não há como contestar. Você já nasce amando. Talvez você nem saiba. Ou apenas não se lembra. E, com certeza, você já sofreu por isso.
Calma… Não precisa se munir de mil argumentos defendendo a teoria de que bebês só recebem estímulos e não são capazes de processar nada e blá blá blá. Instinto ou não, o fato é que há uma energia forte emanando da progenitora e, ali, o amor se faz presente.
Sabemos que em alguns casos, as coisas são mais complicadas. Mas não vamos tratá-los como prioridade aqui.

Você cresce. Sua vida ainda não é o mar de compreensões e boas assimilações, mas você sabe que você é um ser vivo. E não tem preocupações com isso. Você é uma criança e tudo o que quer é o doce sabor da vivência e tudo que ela pode te proporcionar. Você ouve um “te amo” dos seus pais, da sua tia, da sua vó e você apenas sabe que tem que amá-los de volta. É uma regra de família. Os laços afetivos vão se formando instintivamente e sem qualquer (?) influência direta nas suas vontades. Você passa a ter um elo muito forte com aqueles que o cercam e você aprecia a presença deles. Mas há, de fato, o amor?

Você cresce mais um pouco. Sua adolescência chega conturbada e cheia de crises existenciais. A ânsia de vencer tudo e todos, de se fazer invulnerável é algo praticamente irrefreável. Confusões, palpitações e seu coração se agita com a presença daquela pessoa. Você está se apaixonando e isso te permite ser o mais inexperiente cavaleiro em combate. Lutar ou não lutar: eis a questão! Descartemos, por ora, a pressão externa de todo o seio familiar e amistoso. Você se prepara para entregar seu coração para um sentimento que você sequer tem noção do que é capaz. Quando é compreendido e aceito de bom grado, o céu ainda é uma metáfora muito ineficaz para descrever o seu estado de espírito. Assim, o inferno também é pouco comparado a dor de não alcançar o seu tão amado objetivo. Mas, ali, houvera aquilo que se pode chamar de amor?

Sua vida adulta chega como um trator desgovernado sem freio e, pior, sem motorista. Cabe a você domar este gigante de aço. Ou você fica na trajetória do veículo ou assume a postura de controlá-lo. O fato é que as consequências serão marcantes desta fase em diante. Talvez você encontre o significado do que é o amor. Talvez você simplesmente aprenda que tudo o que já houvera vivido fazia parte da definição dessa palavra. Talvez você se regozije tal como um recém-chegado ao paraíso descrito em livros religiosos. Talvez (eu disse talvez?) você sinta o amargo sabor do inferno transitando lentamente em suas veias por um amor que lhe tenha causado alguma decepção.
Mas essa dualidade em tudo que conhecemos como mundo é implacável. Então, como lidar com uma energia/força ou sentimento/sensação (ou seja lá qual for a sua definição) tão poderosa como o amor?
Evitá-lo para evitar novas feridas no coração (em sentido conotativo)?
Entregar-se, de modo a sentir-se no paraíso?
Conflituamo-nos a cada dia. E, como é bem sabido, nós passamos aos dias. Temos tempo o suficiente para pensar a respeito? Tempo suficiente para agir a respeito?

Uma vez estive comigo mesmo. E tudo o que me fora aconselhado era a amar. Não importa de que forma, com qual intensidade, com ou sem efemeridade, mas levo este conselho comigo. E repasso a você.
Talvez o amor não seja tão complicado quando se reconhece as próprias complicações.
Talvez o amor surja de uma noite para outra, numa esquina, numa década de convivência, desconsiderando a aparência.
Talvez o talvez seja apenas uma forma de instigar a procurá-lo.
Quando achá-lo, abstenha-se de tentar entendê-lo.
Questione-se: há, de fato, a plenitude do amor?

Ah, o amor… Mal interpretado e utilizado como força motriz para guerras e – tal qual a dicotomia da análise me permite dizer – a solução para todo o tipo de conflito existente neste lugar que compreendemos como mundo.
Você com certeza vai encontrá-lo. E vai percebê-lo. Ou vai percebê-lo novamente.
Ou vai, finalmente, entender o seu significado maior.
Neste caso, por favor, não volte para contar.
Afinal, não dá para senti-lo por palavras… Ou será que é possível?

Bem… Isso é demasiado confuso. Se é amor ou não, se foi vivido ou não, se foi intenso ou não ou se apenas foi… isso é uma questão que apenas diremos entender por toda a vida!

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Viver a vida

maio 30, 2011 3 comentários

Viver é algo mesmo complicado, não é mesmo?

Você nasce, vive todo um mundo de brincadeiras, diversões e boas vivências.
Ilusão. Pensamos que as crianças vivem num mundo assim. Não é.
O mundo delas é que é o mundo real: o mundo incrível como ele é.
Todos os sentidos mais intensos e mais vívidos. A esperança contínua. A fé inabalável. Os medos constantes de monstros gigantes da imaginação adulta em nós implantados.
Então tudo isso se vai…


Tornamo-nos seres mais cientes da “realidade” que nos cerca.
O mundo passa a ter cores mais acinzentadas e surgem preocupações. Estas, por sua vez, são tidas como fúteis ou de pouca relevância pelos adultos. Somos jovens com sentidos mais intensos. A necessidade de mudança constante se faz presente. A fé se descortina e se torna suscetível à completa instabilidade. Os medos constantes de monstros gigantes — desta vez concretos — passam a fazer parte do cotidiano.
Então tudo isso se vai…


Tornamo-nos seres mais cientes da “realidade” que de nós faz parte.
A vida  adulta nos chega de uma forma avassaladora, cruel e esmagadora: o peso das responsabilidades e o futuro sendo vivido a cada dia. As cores cinzas, outrora esporádicas, fazem-se constantemente ao nosso lado. Preocupações, preocupações e mais preocupações são nossas companheiras inseparáveis. A fé é o instrumento de apoio no qual nos sustentamos para encarar as problemáticas da vida de forma mais amena. Os medos — ah, os medos — são tão intensos e perturbadores que por muitas vezes nos sufocam. Os monstros são muito menores, mas se agrupam e nos fazem temê-los co-ti-di-a-na-men-te.
Os sentidos são apenas sentidos: se sentidas, as sensações são valorizadas com uma fugacidade impressionante. Então tais sensações se vão. E vêm novamente.  Mudar não é mais necessário e sim opcional. Reiventar-se, por sua vez, é fundamental.
Então tudo isso se vai…


Envelhecemos. Aparentemente, é claro.
Tornamo-nos seres bem vividos (ou não) com uma bagagem de experiências cruciais para lidar com a vida nesta fase. A sabedoria adquirida com acertos e mais acertos nos torna fortes e sólidos. Acertos, sim. Na vida não há erros, lembre-se disso. O que há, em fato, são acertos que não nos agradam.
A vida é pesada. Mas temos forças. Outros dirão o contrário, dada a nossa aparência, mas se equivocam. Preocupamo-nos com o bem-estar dos nossos filhos, netos e gerações posteriores. O futuro é algo do qual já não podemos ter tanta certeza de vivenciar. A fé nos mantém. Fé no que de bom virá, seja para nós ou para os que virão. Os medos — ah, os medos — onde estão? Foram-se. Estão presos num cantinho da mente o qual não queremos revirar. Os sentidos não mais são nossos e sim de nossas lembranças. Mudança… Não mudamos os pensamentos conservadores de outrora.
Então tudo isso se vai…


A vida é complicada.
Não é necessário que a compliquemos ainda mais com as frivolidades da mesma.
Inimizades, preocupações intensas, desânimo, orgulho, raiva, irresponsabilidade social… Desperdice tudo isso.
Não perca a vida vivendo o outro. Viva-se e permita-se conviver com o outro com leveza.
Destrua o que há de ruim em relações. Não permita que seus dias sejam manchados pela inveja, tristeza, raiva dos outros.

Ria com leveza ou com extremo prazer. O seu sorriso pode ser simples e pode ser fantástico para quem o vê.
Ame com intensidade. Não tenha medo de dizer “eu te amo” para quem você dedica este sentimento. Se já foi dito, reforce. Sofra de amor, mas não se deixe levar pelo sofrimento. Refaça-se e siga em frente. Ame como se não houvesse amanhã. O amanhã pode mesmo não estar lá no dia seguinte.
Dedique-se a pensar e ajudar o próximo. Não há mudança, ainda que pequena, que não seja mudança. Um simples ato pode ser algo grandioso para quem precisa de sua atenção.
Seja paciente. Nem tudo pode ser adquirido num curto espaço de tempo.
Não ligue para a cor da pele. Ela não é responsável pelo engrandecimento de ninguém. O que te faz não é o que você parece ser e sim o que você construiu.
Converse mais. Exponha seus problemas para quem te ouve e divida o peso do seu viver. Compartilhe também suas mais incríveis alegrias de modo que esta se espalhe e contagie o maior número de pessoas possível.
Chore à vontade, quando necessário for. Não há nada mais renovador que lágrimas nos olhos. O peso da alegria e da tristeza transbordam em forma de líquido salgado.
Respire. Sinta o ar que te cerca. Reflita. Tenha paz consigo.
Não se intimide com o fracasso do outro. Sua capacidade de atingir seus objetivos é superior até mesmo a sua própria vontade.
Seja simples. Viver não requer regras emocionais e moldes de personalidade. Seja você mesmo.

Lute. Siga em frente. Idealize. Sonhe. Olhe. Ouça. Fale. Cante. Seja.
Lembre-se de que o mundo é belo e cabe a nós mantê-lo como tal.
Viva!


Que objetivo teria a vida senão o de ser vivida?

Vamos falar de SEXO

novembro 30, 2010 Deixe um comentário

Há muito tempo, venho desenvolvendo a ideia de falar sobre isso de uma maneira um tanto quanto agradável àos leitores das mais diversas idades.
Como fazer isso?
Pois é… Pensei em algumas formas e avaliei as consequências de cada uma delas. Melhor não investir num texto com a mesma classificação indicativa do filme “A Lagoa Azul”. Portanto, desde já afirmo que a classificação indicativa das linhas que se seguirão será de 16 anos.

“Falar de sexo ainda é um tabu na sociedade”. Há algo mais clichê do que essa frase?
Falar é clichê. Sexo é clichê. Tabu é clichê. Sociedade é clichê. Junte tudo isso e teremos um poço de saturação temática.
Vive-se uma cultura onde o beijo, por exemplo, não é mais tratado como algo íntimo e de extrema relevância. Eu disse EXTREMA.


Os conservadores hão de dizer: Ah, mas há uma vulgarização disso tudo… As pessoas não mais respeitam umas as outras. O beijo, que era pra ser uma demonstração de carinho e afeto, acaba por ser tornar uma coisa frívola e útil apenas para a satisfação do ego.
Eu, particularmente, não lhes tiro a razão.
Mas discordo. O “ficar por ficar” não existe, queira você ou não.
Quando um homem beija, a tendência é mostrar apetite sexual, enquanto as mulheres tendem a mostrar a emoção.

Isso nos traz a um simples, clássico e eterno confronto de personalidades tão díspares de um homem e uma mulher.
Mulher: Se um homem me beija, ele só está pensando em sexo?
Homem: Se uma mulher me beija, ela só está pensando em se casar comigo?
São dois extremos que não devem ser levados em consideração em todos os casos. Eu disse TODOS.

E os anos se passaram, as culturas se modificaram e algo que há muito tempo era tratado com tanto rigor, hoje se apresenta de forma mais branda.
Acho isso, no mínimo, interessante. Não critico quem preserva os valores morais do bom samaritano mas defendo os “maus” valores da modernidade.
Sim… E é graças a essa “modernidade” que você está aqui lendo esse texto.
Seus pais não deixam de ser os santos que você acredita que são só porque você foi gerado a partir de um método de reprodução muito — ênfase neste advérbio de intensidade —, mas muito comum a todos os seres humanos, com exceção da Susan Boyle: O Sexo.

– Ai, meu Deus… Minha religião não permite falar disso;
– Aaah… Minha mãe não deixa eu ler sobre esse tipo de coisa;
– Sexo? O meu é masculino;
– Método de reprodução o qual permite aos seres uma variabilidade genética…

Enfim.
Pra início (eu disse “início”?) de conversa, vamos estabelecer uma coisa: Sexo é sexo.
Ora, que redundante, não é verdade?
Mas é pura e simplesmente isso.
Não falarei aqui sobre o Sexo e seu papel na história da sociedade.
É bem sabido que esta é uma temática que abrange múltiplos tópicos e gera um contingente de divergentes opiniões.

O sexo aqui apresentado será:
O sexo e o seu papel na sociedade MODERNA.
Ohhhh… Grande diferença, não é?
Sim. É.

"Modernidade"... Ahm ham...

Primeiro, vou separar esse “sexo” em apenas dois extremos:
Sexo sem amorSexo com amor.

1. Sexo sem amor não é condenável. Não mesmo.
Não é imoral, não é sujo, não é desrespeitoso. Caso os leigos ainda não saibam, sexo é uma necessidade biológica e tem lá seus inúmeros benefícios para a saúde e todo aquele repertório de blablablás que renderiam um documentário no Globo Repórter.
Surpresa, surpresa: O fato de “transar sem amor” não implica que não haja afeto na relação. Foi comprovado cientificamente que no ato sexual há uma substância química liberada que provoca uma coisa que é uma coisa relacionada ao afeto.
Entenderam?
Pois é… É bem isso aí.
Em suma: Não existe uma relação sexual sequer que não haja uma dose mínima de afeto com o parceiro.
Aaaaah, mas eu sou frio como um objeto na temperatura de 273 Kelvin.
Acredite, meu caro e minha cara… Você pode até ser, psicologicamente. Biologicamente falando, as coisas mudam.

Em toda essa atmosfera de “sexo não é contrato, é trato”, desenvolveu-se uma cultura hedonista — utilizada no sentido real da expressão, e não na forma pejorativa comum aos dias de hoje — e, de certa forma, interessante.
Quebra-se, dia após dia, toda essa “placa metálica” (quis usar outra expressão ao invés de “muro”, “barreira”) a qual nos impede de falar abertamente sobre o tema.
É algo pessoal? Íntimo? Algo que deve ser preservado? Sim!
Se dosado e falado de forma genérica, contribui significativamente em se tratando de conhecimento teórico que, posteriormente, pode ser aplicado à prática. Rhá!

Por isso admiro pessoas “descoladas”.
Não falo de “coloridos”. Não falo de gente “alternativa”.
Falo de gente sem pudores, que tratam o assunto com uma naturalidade e com o devido respeito, sem vulgarizar e se tornar vulgar.
Acho uma qualidade singular para a pessoa que assim age.

2. Sexo com amor é aquilo a que se atribui uma série de adjetivos positivos.
Sexo com amor vai além do contato físico e dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer.
Vai além do sexo, propriamente dito.
Como diria o personagem duma série aí:
Sexo sem amor é bom. Com amor, é divino.
É a prova contrária à teoria da relatividade, é o incesto entre “almas gêmeas”, é a purificação da alma e o que mais de  positivo e dramático que um poeta apaixonado possa descrever.

Enfim… Unam o útil ao agradável, o biológico ao emocional…
E desprendam-se dos conceitos demasiado conservadores em prol da própria felicidade.
Afinal, sexo é vida. Vida, cada um tem a sua e, assim sendo, cada um deve respeitar a do outro.

Grato pela leitura do conteúdo.

That’s it for now, readers! 😀


KM ‘

6 de setembro – Dia do Sexo

setembro 6, 2010 Deixe um comentário

WOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOW!

Então, caros navegantes e pupilos do Sr. Miyagi, como vão?
Hoje, vamos falar sobre SEXO.
* Êê~eÊÊe~EÊÊê~eE! *

Acalmem-se, adolescentes e pré-adolescentes. Vocês não terão fotos da Megan Fox ou da Pietra Príncipe de Lucca disponíveis aqui neste blog.
Vamos falar sobre esse dia criado para que os casais de duas ou mais pessoas(?) se dedicassem àquilo que originou o universo a vida humana!

Mais uma jogada de marketing que deu certo, o dia do sexo surgiu em 2008 para promover uma marca de preservativos, e teve direito a festa com grande comemoração na praia de Maresias intitulada Dia do Sexo Celebration no Beach Club Sirena. A marca de preservativos que promoveu a festa foi a Olla em conjunto com a agência Age.

A data deu tão certo que de lá para cá passamos a comemorar o dia do sexo no dia 6 de setembro, também pudera, véspera de feriado, ou como no caso desse feriadão! As pessoas têm mais é que aproveitar já que nosso povo adora uma festinha.

Não precisa falar dos benefícios do sexo, todo mundo já sabe que sexo é vida, rejuvenesce, faz bem para a pele e além de tudo nos deixa com a autoestima elevada. A data pode ser comemorada em grande estilo para realizar as fatasias mais quentes.

Assim surgiu, então, o dia do sexo.

Como estou numa fase onde a preguiça impera, vamos às perguntas do público(?) :

• Ah, KM… Por que eles colocaram isso logo no dia 6 de Setembro?

Ora, por um motivo óbvio: 6 de Setembro. Setembro é o mês 9 (nove). Logo…
Bem, se você não entendeu, é porque você não precisa entender mesmo.

O fato de terem criado essa data em especial é interessante.
Há dia do amigo, da mãe, do pai e nada mais justo que criar o dia do “papai e mamãe”.

• Uhm… E como devo comemorar esse dia, KM?

Com certeza, não é em sites de filmes “de ação”.
Vamos à receita para se dar bem no dia do sexo:

– Arranjar um parceiro do sexo oposto;
– Trocar carícias com o sexo oposto;
– Divertir-se com o sexo oposto;
– Fazer sexo no oposto, no posto, no ponto, sei lá.

Obs: Você pode optar por um parceiro do mesmo sexo. Fica a seu critério.

• Por que o dia do sexo antecede o Dia da Independência do Brasil?

O dia da Independência do Brasil é só uma máscara social para camuflar o clandestino sistema de vendas de “pílulas do dia seguinte”.
Acreditem nisso…

E, afinal, como surgiu o sexo?

Antes de mais nada, quero pedir absolvição dos membros do alto escalão do clero que rege todos os pecadores que aqui na Terra se encontram.
Tá, é brincadeira.

Num belo dia, muitos e muuuitos anos antes de Cristo, havia um casal.
Eles eram o princípio de tudo. Foram criados para passar o tempo em um jardim, cultivando batatas e alimentando tigres siberianos com amoras e cerejas adocicadas.
Tudo era tão belo e perfeito. Tudo tão feliz.
Animais eram sempre vegetarianos.
Nenhum animal morria ou sentia dor.
As plantas, por sua vez, se regeneravam dentro da barriga dos animais que as devoravam. E de lá, já saiam novinhas em folha, prontas para serem deglutidas novamente.
Não havia fezes ou qualquer outra coisa que pudesse tirar o aroma suave das flores daquele enooorme jardim.

O casal era simples e feliz.
O nome do homem era Alazão. O nome da mulher era Veva.
Viviam nus, pois não havia “maldade” naquele jardim.
Podiam fazer de tudo, mas, como ordenou o Grande Gerente, não poderiam comer o fruto proibido que Veva carregava.
Sabendo da regra, a
serpente (?) enganou Alazão.
Intuiu-lhe a comer o fruto proibido de Veva.

Ironia do destino, maldição ou qualquer outro nome que queira definir, o danado do Alazão resolveu contrariar o Grande Gerente.

Alazão comeu o fruto proibido. 😮


•••

Depois de ver que os seres humanos colocados naquele Jardim para alimentar os animais estavam se alimentando, o Gerente disse: Vocês estão demitidos!
E, por conseguinte, muitos animais passaram a ser carnívoros e as plantas não mais se regeneravam.
Os animais ficaram loucos e passaram a fazer coisas erradas. Muito erradas…

Alazão e Veva tiveram dois filhinhos frutos daquela relação. Infelizmente, anos após o parto, um caiu e matou Abelardo.
Depois, o filho caído encontrou uma prima distante (que veio do ventre de quem?) e teve vários e vários filhos.

Graças ao filho que caiu, então, você está lendo este texto. 😀

[versão científica para a origem do sexo: Clique Aqui]

••••••

Comemore o Dia do Sexo à vontade. Não se reprima, não se reprima… Oohhh ♫.
Sexo é saúde. Sexo é vida.
ACIMA DE TUDO: Faça sexo com segurança!
Camisinha sempre.
E muito amor, é claro. 😀

Muito amor...

Nota do autor:

Prezados leitores,

Este post, de longe, teve o propósito de ser ofensivo.
Este é um blog de humor(?) e as informações nele contidas não passam de opiniões pessoais do autor.
Peço ao leitor que queira expressar sua opinião a respeito que envie um e-mail para
utilidadep@hotmail.com demonstrando o seu descontentamento, elogiando etc.
Que chato seria se a vida fosse tão inquestionável e nos limitasse os pensamentos, não é?!


KM ‘

Mamãe querida…

Neste clima de amor e carinho que é o Dia dos namorados Dia das Mães, eu não poderia deixar de vir aqui hoje e oferecer um post a todas as leitoras mamães deste país.
E a vocês também, leitores-filhos, seja lá qual for a sua mãe.

Vamos, primeiro,  definir “Mãe“.

Mãe é toda aquela mulher do sexo feminino que dedica 9 meses da sua existência para gerar um indivíduo (ou dois, ou três, ou quatro… ou oito ou nove!) e, também, toda a vida pós-uterina do indivíduo em questão.

É ela quem vai:
– Limpar a sua bundinha;
– Fazer sua comidinha;
– Arrumar sua roupinha (de um jeito que você vai rir daqui muitos anos);
– Passar Merthiolate® no seu joelho ralado;
– Mandar você dormir antes das 23:00h;
– Mandar você ir à escola pra não crescer analfabeto e inculto;
– Chorar por você ser desobediente;
– Chorar por você ter feito algo gratificante;
– Rir do seu sorriso;
– Amar incondicionalmente o ser que ela, com tanto carinho, gerou.
(Isso serve a todos vocês, leitores, que ainda irão nascer)

Mamães são peças extremamente importantes nas vidas de todos nós.
Quando digo todos, é porque são todos.
Seja de uma forma significativa, afetuosa ou com alguns atritos, ela será importante.

Não importa, por exemplo, se ela te incentiva a usar drogas como Restart, Cine, Nx-Zero
Não importa, por exemplo, se ela não te deu uma surra por usar pulseirinhas multicoloridas que incentivam a prática desregulada do sexo…
Mãe é mãe!

E, numa tentativa de desobvializar, as fotos seguintes são uma homenagem às mamães pouco lembradas nesta data: As mamães animais. Vai dizer que não são Tchúqui-Tchúqui?


Ah, KM… Por que você não colocou um coraçãozinho, uma mulher grávida, um anúncio da Jequiti® para representar as mães neste post?
Ora, ora, ora… Vocês já pararam pra pensar nas mães do reino animal no dia das mães? Nããão… Pensaram tão somente na mãe de vocês. E olhe lá…

E para encerrar: Um lindo poema para as mães.

Até a próxima XP… Digo… Até a próxima Vista! 😀

KM ‘

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