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Posts Tagged ‘Crianças’

Viver a vida

maio 30, 2011 3 comentários

Viver é algo mesmo complicado, não é mesmo?

Você nasce, vive todo um mundo de brincadeiras, diversões e boas vivências.
Ilusão. Pensamos que as crianças vivem num mundo assim. Não é.
O mundo delas é que é o mundo real: o mundo incrível como ele é.
Todos os sentidos mais intensos e mais vívidos. A esperança contínua. A fé inabalável. Os medos constantes de monstros gigantes da imaginação adulta em nós implantados.
Então tudo isso se vai…


Tornamo-nos seres mais cientes da “realidade” que nos cerca.
O mundo passa a ter cores mais acinzentadas e surgem preocupações. Estas, por sua vez, são tidas como fúteis ou de pouca relevância pelos adultos. Somos jovens com sentidos mais intensos. A necessidade de mudança constante se faz presente. A fé se descortina e se torna suscetível à completa instabilidade. Os medos constantes de monstros gigantes — desta vez concretos — passam a fazer parte do cotidiano.
Então tudo isso se vai…


Tornamo-nos seres mais cientes da “realidade” que de nós faz parte.
A vida  adulta nos chega de uma forma avassaladora, cruel e esmagadora: o peso das responsabilidades e o futuro sendo vivido a cada dia. As cores cinzas, outrora esporádicas, fazem-se constantemente ao nosso lado. Preocupações, preocupações e mais preocupações são nossas companheiras inseparáveis. A fé é o instrumento de apoio no qual nos sustentamos para encarar as problemáticas da vida de forma mais amena. Os medos — ah, os medos — são tão intensos e perturbadores que por muitas vezes nos sufocam. Os monstros são muito menores, mas se agrupam e nos fazem temê-los co-ti-di-a-na-men-te.
Os sentidos são apenas sentidos: se sentidas, as sensações são valorizadas com uma fugacidade impressionante. Então tais sensações se vão. E vêm novamente.  Mudar não é mais necessário e sim opcional. Reiventar-se, por sua vez, é fundamental.
Então tudo isso se vai…


Envelhecemos. Aparentemente, é claro.
Tornamo-nos seres bem vividos (ou não) com uma bagagem de experiências cruciais para lidar com a vida nesta fase. A sabedoria adquirida com acertos e mais acertos nos torna fortes e sólidos. Acertos, sim. Na vida não há erros, lembre-se disso. O que há, em fato, são acertos que não nos agradam.
A vida é pesada. Mas temos forças. Outros dirão o contrário, dada a nossa aparência, mas se equivocam. Preocupamo-nos com o bem-estar dos nossos filhos, netos e gerações posteriores. O futuro é algo do qual já não podemos ter tanta certeza de vivenciar. A fé nos mantém. Fé no que de bom virá, seja para nós ou para os que virão. Os medos — ah, os medos — onde estão? Foram-se. Estão presos num cantinho da mente o qual não queremos revirar. Os sentidos não mais são nossos e sim de nossas lembranças. Mudança… Não mudamos os pensamentos conservadores de outrora.
Então tudo isso se vai…


A vida é complicada.
Não é necessário que a compliquemos ainda mais com as frivolidades da mesma.
Inimizades, preocupações intensas, desânimo, orgulho, raiva, irresponsabilidade social… Desperdice tudo isso.
Não perca a vida vivendo o outro. Viva-se e permita-se conviver com o outro com leveza.
Destrua o que há de ruim em relações. Não permita que seus dias sejam manchados pela inveja, tristeza, raiva dos outros.

Ria com leveza ou com extremo prazer. O seu sorriso pode ser simples e pode ser fantástico para quem o vê.
Ame com intensidade. Não tenha medo de dizer “eu te amo” para quem você dedica este sentimento. Se já foi dito, reforce. Sofra de amor, mas não se deixe levar pelo sofrimento. Refaça-se e siga em frente. Ame como se não houvesse amanhã. O amanhã pode mesmo não estar lá no dia seguinte.
Dedique-se a pensar e ajudar o próximo. Não há mudança, ainda que pequena, que não seja mudança. Um simples ato pode ser algo grandioso para quem precisa de sua atenção.
Seja paciente. Nem tudo pode ser adquirido num curto espaço de tempo.
Não ligue para a cor da pele. Ela não é responsável pelo engrandecimento de ninguém. O que te faz não é o que você parece ser e sim o que você construiu.
Converse mais. Exponha seus problemas para quem te ouve e divida o peso do seu viver. Compartilhe também suas mais incríveis alegrias de modo que esta se espalhe e contagie o maior número de pessoas possível.
Chore à vontade, quando necessário for. Não há nada mais renovador que lágrimas nos olhos. O peso da alegria e da tristeza transbordam em forma de líquido salgado.
Respire. Sinta o ar que te cerca. Reflita. Tenha paz consigo.
Não se intimide com o fracasso do outro. Sua capacidade de atingir seus objetivos é superior até mesmo a sua própria vontade.
Seja simples. Viver não requer regras emocionais e moldes de personalidade. Seja você mesmo.

Lute. Siga em frente. Idealize. Sonhe. Olhe. Ouça. Fale. Cante. Seja.
Lembre-se de que o mundo é belo e cabe a nós mantê-lo como tal.
Viva!


Que objetivo teria a vida senão o de ser vivida?

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Contos de fada ATERRORIZANTES

outubro 30, 2010 10 comentários

Muahahahaha!
Que assombroso, não?
Não.

Atenção crianças com menos de 18 anos:
Não prossiga caso tenha problemas de ordem neurológica ou emocional.
As imagens a seguir são extremamente chocantes e podem causar um choque anafilático, diarréia, enxaquecas, vômitos, dores de coluna e outras complicações que prefiro não citar para que você não se arrependa de ir adiante.
Hihihihi!

Jeferson Tomás Jeffrey Thomas é um mano artista que curte contos de fada. Mas, assim como esse blogueiro que vos escreve, ele não prefere as versões cheias de “mimimi” e melodrama.
Sou radical!
Atrelando o dom de desenhar e a vontade de inovar, inspirou-se e fez alguns desenhos demasiado interessantes.
As protagonistas da Disney, sob o olhar deste desenhista, adquirem um ar mais… aterrorizante.

sô doidona riAiriaRAi

Aqui, vemos a tão doce e meiga Alice. Bem, eu não diria tão doce e meiga assim. She looks like Regan!

Versão fajuta:
Uma menina loira resolve cair num buraco.
Lá, encontra um mundo mágico e cheio de fantasias.

Versão verdadeira:
O fato é que: Alice é viciada em cogumelos.
Sim, meus caros… Repararam também que a princesinha do Mario também é loirinha?!  E vocês acham também que a princesinha ama o Mario, não é?
Na verdade, ela só está lá pra roubar os cogumelos e ficar loucona no País das Maravilhas. Sacaram?
Elas são a mesma pessoa! Pasmem…
Voltemos, então, à personalidade Alice dessa mocinha.
Ao  comer um cogumelo extremamente alucinógeno, a garotinha começa a rir à tôa e começa ver gatos sumindo e deixando o sorriso, a ver lagartos fumando narguile, a ver coelhos correndo com relógios na mão… Fica alucinada!
E possuída. Nesse estado psicótico, entra nos sonhos de crianças e os induz a comerem cogumelos dos quintais de casa.

CRIANÇAS: Não façam isso! Não caiam na onda deste ser…

Jatobá é meu pastor e nada me faltará!

Vemos, pois, a Bela Adormecida. Tanta remela nos olhos que não consegue enxergar…

Versão fajuta:
11 fadas concedem presentes à filha do rei. Inteligência, beleza…
Uma velha fada carcumida, porém, condenou a pobre princesa à morte caso espetasse o dedo em uma roca de fiar.
A 12ª fada, para amenizar a maldição, deu o “presente” que deveria: 100 anos de sono profundo ao invés da morte.
A garota, por ser loira,  e
speta o dedo numa roca de fiar e cai no sono até o príncipe chegar e beijar-lhe, livrando-a da maldição.

Versão verdadeira:
Tudo bem, tudo bem. Ela foi amaldiçoada.
Amaldiçoada pela coloração capilar.
Como é que fica definido que a menina não pode meter o dedo no espeto e é exatamente isso que ela vai fazer?
Ela queria ficar dormindo por 100 anos pra ver se era bom…
Mas também foi amaldiçoada porque não comia espinafre.
Isso, meus caros… Não foi culpa da bruxa, não foi culpa da queda do dólar…
A pobre Bella Swan Bela Adormecida (sem nome, tadinha!) ficou dormindo durante 100 anos por causa duma doença conhecida como Anemia ferropriva.
Não tinha ferro no organismo, ficou fraca e acabou dormindo esse tempo todo.
Para salvar-lhe, veio um gentil e cordato marinheiro ao seu castelo.
Ele retirou uma de suas latas de espinafre e abriu a boca fétida da princesa em questão.
Ela acordou do sono profundo e, quando tentou abrir os olhos, não conseguiu. Era muita remela encrustada.
Decidiu lavar os olhos e, milagrosamente, a remela saiu. Quando se deparou com o seu salvador, furou os próprios olhos por não suportar ver tamanha feiúra.
O bafo da Bela em questão (100 anos com a boca fechada… Aff!) fez com que o marinheiro fugisse dali no mesmo instante.
O marinheiro, conhecido como Popeye, foi se aventurar em outras terras e foi se alimentar de Stiksy.
Desde então, a Bela Adormecida aparece durante o almoço das crianças forçando-as a comerem aquele vegetal estranho…

Crianças: Não confundam a Bela Adormecida com a sua mãe. Ao contrário desta, a primeira só aparece com uma coruja do lado.

•••

Rex e Bela - Crepúsculo

Aqui, vemos a incrível mocinha da saga Crepúsculo, a Bella Swanz Bela acordada.

Versão fajuta:
Uma mocinha, filha de um bibliotecário, tem uma mania de leitura incrível.
É tida como mais bela da pequena cidade onde vive.
Torna-se desejada pelo Gaston, homem forte e cobiçado pelas mulheres assanhadinhas da cidade.
Encontra o amor puro e verdadeiro na fera que habita um castelo.

Versão verdadeira:

Irmã morena da Bela Adormecida, Bela (quanta criatividade, hein Disney?) está insatisfeita com a vida de bibliotecária. Há anos sem um marido, encontra dois pretendentes. Dois idiotas. Depois de tanto ser disputada por um lobo e um vampiro, decidiu ter aventuras sexuais com animais.
Zoófila, ficou doida ao saber que seus vídeos pararam na internet com mais de 1 milhão e meio de visualizações!

Crianças: Cuidado com seus animais de estimação que tenham pelos. Ela costuma aparecer enquanto eles estão distraídos no quintal e os força a “brincar” com ela. Peixes, cágados, papagaios se livram da maldição.

•••

sô muié do fandangos rRsrsRSss

“Under my umbrella, ella, ella, êh, êh, êh…” ♫

Adivinha quem é?!
É ela, abestado… Cinderela.

Versão fajuta:
Morando com a madrasta, Cinderela sofre com as implicações das filhas da mulher em questão.
Quer ir ao baile promovido pelo rei mas, segundo a madrasta, ela não tem um vestido adequado e por isso não poderia ir.
Ela resolve fazer o próprio vestido com a ajuda dos amiguinhos da floresta.
Temendo o sucesso da moça com o filho do rei, as filhas da madrasta rasgam o vestido dela.
Chorando, Cinderela se surpreende com uma fada-madrinha que lhe confere uma noite de princesa… Até a meia-noite.
Vai ao baile, dança com o príncipe e, quando volta, deixa o sapatinho de cristal para trás.
O príncipe, posteriormente, a encontra e ambos vivem felizes.

Versão verdadeira:
Morando com a madrasta e as filhas desta, Cinderela aprendeu a dançar funk e, com isso, obteve fama criando o grupo “Gaiola das Popozudas“.
Como era a mais rica dentre as dançarinas do grupo, isso despertou a inveja das outras.
Para piorar, envolveu-se seriamente com o príncipe.
Para se vingar, a madrasta de “Cindy” (pros íntimos) esticou o pé e fez com que o sapato de cristal machucasse os pés dela.
Saindo do baile funk toda machucada, Cindy se depara com as filhas da,  Nissin Miojo e Esfera, jogaram terra na cara de Cindy e a enterraram numa plantação de abóbora.
Desde então, o fantasma de Cindy aparece em plantações de abóbora para assombrar as mulheres bonitas…

Crianças: Não fiquem bonitas. Beleza não leva ninguém a lugar algum…

•••

[Continua]

Papai e Mamãe

agosto 31, 2010 Deixe um comentário

Já pensou em besteira, não é? Não é?!
Não pensou muito errado. Entenda por quê.

Uma garotinha que fala inglês (oh, really?) estava dormindo, ouviu alguns barulhos estranhos e foi averiguar.
Acontece que seus progenitores estavam brincando de médico ou, se preferirem, “se amando”.
Não entenderam?
Estavam praticando o ato sexual, oras.

Vejam o vídeo:

Não satisfeitos com o sucesso estrondoso do vídeo, alguém bolou um remix com a garotinha.
O resultado ficou muito, muito bom.

♪ “Mommy said ‘Aah-aah-aaah’!
Daddy said “Aah-aah-aaah’!
And daddy screamed like a girl, like ‘Ooh-ooh’
Mommy screamed like a girl, like ‘Aah-aah’
Both of them screamd like ‘Ah-ah-ah-ah-aahhhh’…” ♫

Não consigo tirar a música da cabeça!

Essas crianças que ainda preservam a sua inocência são realmente fascinantes. 😀

via

KM ‘

Aprenda Alguma Coisa Todos os Dias #015

junho 17, 2010 3 comentários

Quando eu li essa informação, não me contive e tiver que rir.
Não, eu não ri espalhafatosamente como um “HEAUEHAUHEAUHEAUHAEUHEA” ou um enorme “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK“.
Eu achei engraçado e interessante. Esbocei um sorriso. Pronto.

Mas é fato de que isso me lembrou a minha infância. Explico abaixo o porquê.

Nooooossa, KM… Não acredito! Você comia seu catarrinho quando era criança é? Faz isso até hoje?

Não é isso, meus caros. Não é isso.
Sempre fui um rapazinho muito asseado e sempre limpava a goga verde (ou amarelo, ou verde-amarelo, ou amarelo esverdeado) que insistia em sair em momentos de choro, gripe ou espirros sem propósito.
E onde entra a bendita da infância?
Ora… Nos meus amigos, é claro.

Que atire a pedra quem nunca teve um amiguinho catarrento.
Que atire a pedra quem nunca teve um amiguinho/um coleguinha na rua catarrento e barrigudo.
Que atire a pedra quem nunca teve um amiguinho/um coleguinha na rua/um coleguinha na escola que era catarrento, barrigudo e, quando espirrava, limpava o catarro no uniforme escolar.

Mas é sério.
Eu, como um rapaz que realmente teve infância, convivi com isso.
Quando rolava um babinha* na rua, sempre tinha um que se destacava na multidão por estar com um catarrinho escorrendo pelo nariz. O curioso não é nem isso: Ele sempre sugava o catarrinho e ainda lambia a boca.
Outro fato curioso é o motivo da barriguinha avantajada. Sabemos que, na fase adulta, a culpa é da cerveja. Na infância, a culpa é das tão famosas vermes.

Por causa dessa cena clássica, comumente comparo algumas pessoas a “meninos barrigudos com o catarro verde escorrendo pela boca”.
Nada comum, não é?
Hoje em dia eu vejo como era tão bobo e inocente toda essa cena.
Uma criança tá ali com o nariz escorrendo e, muitas vezes, parece “ostentar” o muco que escorre do nariz. Ou talvez seja porque, depois de tantas tentativas, o danado não some e resolve-se deixar lá.
Chorando demais, um resfriado, seja como for, o catarrinho alguma vez apareceu no quadro da infância de todos.
E o que dizer, então, de pessoas adultas que “comem” o próprio catarro?
Eu nem sei o que dizer. Pelo que me disseram *assobio*, o catarro é salgadinho. Quem disse isso foi meu irmão! Vai ver é gostoso, sei lá. Se você resolver provar, vá até “Deixe um comentário” e conte a sua experiência pra gente, ok?


E para presenteá-los, eu não poderia deixar de expôr aqui algumas imagens interessantíssimas a respeito, não é?
Deliciem-se com essa sopinha, esse caldinho, essa vitamina de abacate que insiste em aparecer em alguns momentos da vida.
E se cuidem: O inverno está chegando e, com ele, bem… Você sabe! 😀

Eu ia postar imagens muito, mas muito nojentas. Agradeçam-me pelas fofurinhas logo abaixo na parte dedicada aos comentários.
E rolar um babinha* é o equivalente a “jogar um futebolzinho”.

KM ‘

Fumante de 2 anos

maio 27, 2010 5 comentários

Sei lá.
Achei o título “fumante de 2 anos” mais interessante que “Menino de 2 anos fuma 40 cigarros por dia”.
Vejam se eu não tenho razão:
Qual é a graça de ler uma notícia cuja notícia já está toda explicada no título?
Pois é…

Vamos lá:

Tem apenas dois anos mas fuma cerca de 40 cigarros por dia. Ardi Rizal vive na Indonésia e é já considerado o mais novo viciado em tabaco do mundo.

Enquanto brinca num triciclo, envergando apenas uma fralda, Ardi puxa o fumo do cigarro com a perícia de um adulto. Tudo começou quando o pequeno tinha 18 meses e o pai Mohammed, de 30 anos, lhe deu um cigarro para ele experimentar.

Agora está totalmente viciado‘, conta Diana, a mãe de 26 anos. ‘Se não lhe damos tabaco ele zanga-se, grita e bate com a cabeça na parede. Diz-nos que se sente tonto e maldisposto‘. Contudo, ao jornal ‘The Sun’ o pai assegura que, a ele, o filho lhe parece ‘perfeitamente saudável‘.

O vício do pequeno Ardi custa aos pais cerca de quatro euros todos os dias. Os oficiais de saúde locais já se comprometeram a oferecer um carro à família se esta conseguir que a criança deixe de fumar.

Via

O que se passa na cabeça dum pai pra fazer uma coisa dessas?
Como é que o infeliz sujeito oferece um cigarro a uma criança de 18 meses?
Com certeza ele achará bonitinho quando o menino começar a tossir feito um tuberculoso em estado terminal.

Nossa, KM… Como você é cruel, perverso e intolerante.
Eu fui um tanto quanto apelativo, confesso.

Mas imaginem a cena:
Ô, ti coisinha fofa do papai… Faz uma bolinha de fumaça, faz… Ôhhh, que lindo!

Francamente…

E o que a mãe do menino poderia fazer com 4 euros?

Com 4 euros, a mãe do menino pode:

– Comprar 1 kg de bala;
– Comprar 1kg de pirulito;
– Comprar 1kg de chicletinho;
– Comprar remédio de verme.

Ora, ora, ora… Se o menino passa mal e sofre com as crises de abstinência, leve-o ao médico e pague a p#rra um tratamento pro moleque.
Eu vejo cada coisa nesse mundo…
Essas crianças precoces vão dominar este planeta! E eu tenho medo disso…

Só um conselho: Se cuida, Ardi Rizal. Se cuida…

PS: Reparem na habilidade com o bastonete fumígero aos 0:41.

KM ‘

A fada dos dentes

maio 16, 2010 4 comentários

E você pensando que era apenas uma brincadeira inocente, não é?
Talvez seja…
Pode ser que eu é que esteja vendo malícia onde não há.

KM ‘

Crianças japonesas se divertindo

abril 16, 2010 2 comentários

Que tchúqui-tchúqui, meu Deus!

Incrível como as crianças conseguem se divertir, não é? 😛
A vocês que envelhecem no dia de hoje (amigo Alberto Vinny, vulgo [.Avi]) e aos que envelheceram no dia 13/04 (Kelvin Marinho, vulgo KM),
um pouquinho da lembrança de uma fase tão marcante em nossas vidas: A tão adorável infância.

Abraços a todos.

KM ‘

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