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Ícones do horror

agosto 13, 2010 4 comentários

Inspirado na última sexta-feira 13 13/08/10, tive uma certa “nostalgia” dos meus tempos de criança.
Gostava muito de assistir a filmes de terror, embora sempre sofresse com os efeitos colaterais.
Atenção, pais: Não deixem seus filhos assistirem a filmes de terror.

Tá, é brincadeira.
Embora os educadores venham me apedrejar depois, dizendo que não se deve expôr as crianças a esse tipo de conteúdo ofensivo,
aconselho a não proibir a visualização de filmes do gênero.
As crianças têm que entender que o mundo não é feito de pessoas em 2D e finais felizes.

Antes de começar, uma curiosidade:

Quando eu era criança, lá pros 6 anos, eu era fissurado em ver filmes de terror, ainda que fosse ter pesadelos todas as noites.
A isso damos o nome de ‘masoquismo’.
Meu irmão ajudava na tarefa de me amedrontar e me fazer uma criança traumática. Era tão bom!

Kelvin Marinho, em entrevista ao blog Utilidade Particular.

Então, vamos finalmente ao post. Resolvi listar os 5 ícones de terror que mais marcaram a minha infância.


5. Chuck, o brinquedo Assassino

Ocupando a 5ª posição, temos o bonequinho que aterrorizou e tirou o sono de muitas crianças.
O meu sono, em particular, ele não aterrorizou. Quem se encarregou desta tarefa foi um outro personagem que mostrarei ainda nesta lista.
Com o Chuck, eu evitava me aproximar das camas com medo dele puxar o meu pé de repente. E quando dormia, obrigatoriamente os pés deveriam estar cobertos, senão
eu não dormiria com medo dele puxar o meu pé.
Graças a esse pequeno trauma de infância, até hoje não consigo dormir sem que os pés estejam cobertos.

4. Jason, o assassino do Crystal Lake

Ocupando a 4ª posição, temos o brutamontes super matador Jason. Em noites chuvosas, sob o som dos trovões, eu temia encontrar uma máscara de hóquei olhando pra mim.
Não entendia porque ele matava tudo o que via pela frente e, exatamente por isso, tinha medo.
Mas eu não morreria nas mãos dele. Nunca entendi, até hoje, porque as pessoas morriam nas mãos dele. Se ele ao menos corresse, tudo bem.
Pufff…
O fato é que, de alguma forma, ele me assustava.

3. Pinhead, o protagonista do filme Hellraiser

Com a medalha de bronze, eis aí o Pinhead, mais conhecido como “Diprego”.
Como surgiu esse nome “Diprego”?
Antes de mais nada, olhe pra imagem e veja o que mais tem na cabeça do infeliz. Entendeu?
Pois é. Lembram-se do “irmão bonzinho” que citei lá em cima? Ele quem apelidou o Pinhead dessa forma de modo que eu pudesse memorizar facilmente.
Meu irmão sempre fez o favor de me chantagear com coisas do tipo: Me dá esse biscoito senão eu mando o Diprego te pegar!
Ah, como era bom…

2. Freddy Krueger, o pesadelo da Elm Street

Sim, meus caros… Com a gloriosa medalha de prata, este serzinho infame merece o título de segundo maior ícone de horror da minha infância.
Há terror mais brutal que esse? O cara aparece nos seus sonhos!
Uma hora, invariavelmente, você iria dormir. E lá ele estaria à sua espera, fazendo do seu sono um verdadeiro inferno.
Não preciso dizer que já tive problemas pra dormir por causa dele, não é?

1. Pennywise, “uma obra prima do medo”

Criação do ilustríssimo mestre do horror Stephen King, coloco o palhaço Pennywise no primeiríssimo lugar. Medalha de ouro para este palhaço que me traumatizou
e me fez odiar palhaços por toda a vida.
Os outros personagens, até então, não matavam crianças.
Mas esse palhaço teve a audácia de mexer justamente com as crianças. Ele matava crianças! E ele é um palhaço!
Há coisa mais traidora do que isso?
Os outros a gente até perdoa, dá um desconto…
Mas esse não.
Ele se figura num palhaço – personagem cativante para as crianças ingênuas – e as trai amargamente.
Ok, ok… Eu nunca gostei de palhaços mesmo antes de ver o filme dele, mas enfim.

•••

That’s it for now. 😀

KM ‘

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Aprenda Alguma Coisa Todos os Dias #015

junho 17, 2010 3 comentários

Quando eu li essa informação, não me contive e tiver que rir.
Não, eu não ri espalhafatosamente como um “HEAUEHAUHEAUHEAUHAEUHEA” ou um enorme “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK“.
Eu achei engraçado e interessante. Esbocei um sorriso. Pronto.

Mas é fato de que isso me lembrou a minha infância. Explico abaixo o porquê.

Nooooossa, KM… Não acredito! Você comia seu catarrinho quando era criança é? Faz isso até hoje?

Não é isso, meus caros. Não é isso.
Sempre fui um rapazinho muito asseado e sempre limpava a goga verde (ou amarelo, ou verde-amarelo, ou amarelo esverdeado) que insistia em sair em momentos de choro, gripe ou espirros sem propósito.
E onde entra a bendita da infância?
Ora… Nos meus amigos, é claro.

Que atire a pedra quem nunca teve um amiguinho catarrento.
Que atire a pedra quem nunca teve um amiguinho/um coleguinha na rua catarrento e barrigudo.
Que atire a pedra quem nunca teve um amiguinho/um coleguinha na rua/um coleguinha na escola que era catarrento, barrigudo e, quando espirrava, limpava o catarro no uniforme escolar.

Mas é sério.
Eu, como um rapaz que realmente teve infância, convivi com isso.
Quando rolava um babinha* na rua, sempre tinha um que se destacava na multidão por estar com um catarrinho escorrendo pelo nariz. O curioso não é nem isso: Ele sempre sugava o catarrinho e ainda lambia a boca.
Outro fato curioso é o motivo da barriguinha avantajada. Sabemos que, na fase adulta, a culpa é da cerveja. Na infância, a culpa é das tão famosas vermes.

Por causa dessa cena clássica, comumente comparo algumas pessoas a “meninos barrigudos com o catarro verde escorrendo pela boca”.
Nada comum, não é?
Hoje em dia eu vejo como era tão bobo e inocente toda essa cena.
Uma criança tá ali com o nariz escorrendo e, muitas vezes, parece “ostentar” o muco que escorre do nariz. Ou talvez seja porque, depois de tantas tentativas, o danado não some e resolve-se deixar lá.
Chorando demais, um resfriado, seja como for, o catarrinho alguma vez apareceu no quadro da infância de todos.
E o que dizer, então, de pessoas adultas que “comem” o próprio catarro?
Eu nem sei o que dizer. Pelo que me disseram *assobio*, o catarro é salgadinho. Quem disse isso foi meu irmão! Vai ver é gostoso, sei lá. Se você resolver provar, vá até “Deixe um comentário” e conte a sua experiência pra gente, ok?


E para presenteá-los, eu não poderia deixar de expôr aqui algumas imagens interessantíssimas a respeito, não é?
Deliciem-se com essa sopinha, esse caldinho, essa vitamina de abacate que insiste em aparecer em alguns momentos da vida.
E se cuidem: O inverno está chegando e, com ele, bem… Você sabe! 😀

Eu ia postar imagens muito, mas muito nojentas. Agradeçam-me pelas fofurinhas logo abaixo na parte dedicada aos comentários.
E rolar um babinha* é o equivalente a “jogar um futebolzinho”.

KM ‘

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